Positivo vai além da cartilha e amplia responsabilidades dos executivos

Maior fabricante brasileira de computadores, a Positivo Informática convive bem com o desafio de manter seus acionistas informados enquanto todas as suas concorrentes são, no País, de capital fechado. Criada em 1989 com o objetivo de atender os clientes de outra área de atuação do Grupo Positivo, o …

Especial/Relações com Investidores/As Melhores Companhias para os Acionistas 2008/Reportagem/Edições/Temas / 1 de setembro de 2008
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Maior fabricante brasileira de computadores, a Positivo Informática convive bem com o desafio de manter seus acionistas informados enquanto todas as suas concorrentes são, no País, de capital fechado. Criada em 1989 com o objetivo de atender os clientes de outra área de atuação do Grupo Positivo, o segmento educacional, a empresa já domina 13% do número total de computadores vendidos no Brasil e responde por um terço do mercado de varejo.

Ao falar com seus acionistas, a Positivo tem optado pelo caminho da transparência, inclusive quando “entrega o ouro ao bandido”, ao tratar de questões regulatórias e especificidades do segmento. “Abraçamos a idéia de ser uma companhia aberta, com uma governança que não é apenas pro forma. O Novo Mercado é um manual excelente, mas não nos ensina a dirigir”, diz Lucas Guimarães, diretor de Relações com Investidores (RI) da Positivo. O importante é, no dia-a-dia, manter a qualidade ao cumprir os requisitos formais exigidos pelo segmento de listagem, esclarece o executivo. A companhia ficou em terceiro lugar no ranking de governança, com nota 7,8, juntamente com a Energias do Brasil.

Apesar de suas práticas de governança pouco terem mudado desde a estréia na Bovespa, em dezembro de 2006, a Positivo planeja a implantação de novos procedimentos ainda este ano. Para reforçar o comprometimento dos gestores com as informações divulgadas ao mercado, a companhia passará a exigir, já no terceiro trimestre, a formalização da responsabilidade pelos dados enviados ao departamento de RI. Isso significa que cada gestor se comprometerá formalmente pelas informações de sua área que serão levadas ao mercado.

Outra novidade será o comitê de monitoramento interno de informações privilegiadas, previsto para o fim deste ano ou começo de 2009. O órgão, composto de representantes de diversas áreas, como RI, controles internos e departamento jurídico, identificará os departamentos com maior potencial para ser foco de vazamento de informações.




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Tags:  Bolsa de valores Relações com Investidores Sustentabilidade e Responsabilidade Social Encontrou algum erro? Envie um e-mail



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