É preciso evoluir

Estrangeiros elogiam as conquistas do Novo Mercado, mas alertam que o segmento precisa de regras mais rígidas

Especial/Governança Corporativa/Reportagens/Edições/10 anos de Novo Mercado/Temas / 1 de abril de 2012
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Responsáveis, em média, pela subscrição de 70% dos montantes ofertados nas ofertas públicas de ações (IPOs, na sigla em inglês) brasileiras, os investidores de outros países sempre foram um dos grandes apoiadores do Novo Mercado. Não medem elogios à iniciativa que revolucionou as práticas de gestão e de proteção aos acionistas minoritários das companhias brasileiras. O resultado foi um aumento significativo, nos últimos anos, de fundos de investimentos internacionais dedicados a comprar ações de empresas brasileiras. Passada mais de uma década desde a criação do Novo Mercado, o mais sofisticado nível de governança da BM&FBovespa ainda mantém sua atratividade perante os estrangeiros. Mas isso não significa que eles estejam totalmente satisfeitos com o segmento. É preciso que as autoridades atualizem suas regras sempre atentas ao futuro e ao desenvolvimento dos demais mercados, segundo renomados investidores e acadêmicos internacionais ouvidos pela CAPITAL ABERTO. Leia abaixo trechos de seus comentários sobre os dez anos do Novo Mercado.

Simon Wong
Professor da Northwestern University School de Chicago e sócio da consultoria Governance for Owners

Anne Simpson
Gerente de portfólio sênior da Calpers

Mike Lubrano
Diretor da gestora Cartica Capital 

Nick Robinson
Diretor de equities da Aberdeen Asset Management no Brasil

Mark Mobius
Chairman do Templeton Emerging Markets Group 

John Wilcox
Presidente da consultoria global em governança corporativa Sodali

Stephen Davis
Diretor do centro de governança corporativa e desempenho de Yale


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