Banco do Brasil investirá mais R$ 160 milhões em fundos private equity

Edição 40 / 1 de dezembro de 2006
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Mais duas empresas do setor imobiliário — Kalbin Segall e Brascan Residential — desembarcaram no Novo Mercado da Bovespa no mês de outubro, ampliando para sete o número de ingressos do ano. Enquanto isso, outras seis preparam sua estréia na Bovespa: Tecnisa, Camargo Correa Desenvolvimento Imobiliário, PDG Realty, Rodobens Negócios Imobiliários, LPS Brasil e São Carlos Empreendimentos Imobiliários. Há também a Gafisa, que começou a ser negociada em fevereiro e está novamente com um registro de oferta em análise na autarquia. Outra empresa do segmento que divulgou a intenção de abrir o capital é a Tenda, incorporadora de origem mineira voltada para a classe média.

A expectativa do analista Tomás Awad, da Itaú Corretora, é de que o setor esteja representado na bolsa por pelo menos 20 empresas ao final do próximo ano. “As empresas têm necessidade de captar recursos e, ao mesmo tempo, os investidores acreditam no potencial de valorização dos papéis”, justifica. O especialista prevê também que novos nichos continuem chegando à bolsa. Até a oferta da Abyara, mais atuante na área de corretagem de imóveis, eram as construtoras e incorporadoras que representavam o setor.

De acordo com levantamento da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), Cyrela, Gafisa, Rossi, Brascan e Klabin Segall foram responsáveis por 59,1% dos lançamentos na praça carioca, até novembro. Em todo o ano de 2005, as mesmas companhias foram responsáveis por apenas 25,6% das unidades novas colocadas à venda. Para Rodolpho Vasconcellos, vice-presidente da Ademi, há outras empresas com condições para a abertura de capital, mas o conservadorismo do setor e o histórico de administração familiar fazem com que a profissionalização da gestão seja um longo caminho. No entanto, ele avalia que a tendência é o ganho em atratividade, principalmente por conta da queda dos juros. A consolidação do setor, afirma, é outra característica importante. “Em dois ou três anos teremos poucas grandes companhias”, afirma.


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