Acordo entre Bovespa e Bolsa do México é previsto para 2007

Edição 39 / 1 de novembro de 2006
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ed39_p006-007_pag_2_img_001A integração entre as bolsas brasileira e mexicana está próxima de ser concretizada. A previsão para o projeto-piloto, que permitirá a compra e a venda de ações listadas no México, e vice-versa, é o início de 2007. Os planos foram anunciados após a 46ª Assembléia Geral da Federação Mundial de Bolsas (WFE, World Federation of Exchanges), realizada pela primeira vez no Brasil, em outubro.

Em princípio, um número restrito de ativos estará disponível para negociação. Do lado mexicano, serão 14 empresas — entre aquelas que têm maior liquidez e, ao mesmo tempo, adotam padrões contábeis internacionais — já selecionadas pela CVM e dispensadas de registro no Brasil. O IPC (Índice de Precios e Cotizaciones), principal índice do México, rendeu 44,04% em dólares no ano passado, enquanto o Ibovespa avançou 45,24% na moeda americana. Os papéis mais negociados — América Movil, Wal Mart de México, América Telecom e Cemex — correspondem a 50,3% do índice, mas apenas dois deles estarão disponíveis no projeto. As ações da Bovespa ainda não foram selecionadas porque está em curso a alteração da regulamentação mexicana, que não reconhece o mercado brasileiro.

A iniciativa permitirá que as transações sejam feitas através de corretoras correspondentes. Assim, o investidor brasileiro poderá enviar uma ordem pela corretora com a qual já opera e esta, por sua vez, a remeterá para outra corretora, no México. Segundo a diretora de Relações Internacionais da Bovespa, Cristiana Pereira, o projeto-piloto restringe a participação aos investidores considerados qualificados, conforme o critério estabelecido pela Instrução 409, da CVM.


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