Jogo aberto na marcação a mercado

Edição 18 / 1 de fevereiro de 2005
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Os critérios utilizados para marcar a mercado os preços dos ativos que compõem os fundos de investimentos começaram, no dia 1º de janeiro, a ser divulgados publicamente pelos associados da Anbid, por determinação do código de auto-regulação da instituição. De acordo com o código, todos os administradores de recursos de terceiros devem ter um manual detalhado com suas práticas de marcação a mercado, que deve ser registrado na Anbid, sempre mantido atualizado e colocado à disposição na internet. A versão do site deve possuir um conteúdo mínimo suficiente para refletir fielmente as práticas adotadas pela instituição.

O manual deve seguir também as diretrizes estabelecidas pela Anbid para marcação a mercado. Entre elas estão a transparência, o compromisso em fazer com que os ativos reflitam da melhor forma os preços de mercado, o tratamento eqüitativo dos cotistas na aplicação da metodologia adotada, a manutenção de uma área ou pessoa responsável pela qualidade do processo e da metodologia, a utilização de informações obtidas a partir de fontes externas independentes e a consistência dos métodos aplicados para todos os fundos de uma mesma instituição. Uma comissão especial da Anbid vai monitorar as afiliadas, verificando sua adequação aos respectivos manuais. “A regra dá base legal para os aplicadores acionarem judicialmente os fundos, caso se sintam lesados”, afirma Márcia Dessen, do BankRisk. Antes, os gestores mantinham internamente os modelos que adotavam para precificar as cotas.


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