Na cola do BNDES

Edição 17 / 1 de janeiro de 2005
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ed17_p046-047_pag_1_img_001O mercado de capitais voltou a ter, em 2004, uma participação importante no financiamento das empresas nacionais. Pelo menos quando comparado ao BNDES no mesmo quesito. No final do ano passado, as emissões primárias de valores mobiliários – ações, debêntures, cotas de fundos imobiliários, entre outros, registradas e em análise pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), somavam R$ 23 bilhões, o maior valor dos últimos cinco anos e equivalente a dois terços dos recursos liberados pelo BNDES em 2004, que somaram R$ 33,2 bilhões. Em 2003, essa diferença havia sido bem maior. Enquanto o BNDES liberou R$ 33,5 bilhões, o mercado de valores mobiliários atingiu apenas R$ 8,7 bilhões. Os números do último ano espelham uma volta aos padrões do passado recente, em que os recursos do mercado de capitais não ficavam tão atrás dos desembolsos do banco de fomento.


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