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Por que o ROE brasileiro está na contramão de outros países
Foco reduzido em inovação e na nova economia reduz retorno de companhias brasileiras, dizem executivos da WHG
ROE, Por que o ROE brasileiro está na contramão de outros países, Capital Aberto

As companhias abertas brasileiras deixam a desejar a seus investidores na comparação com muitos mercados do exterior. O ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido) vem diminuindo por aqui, ao contrário da trajetória ascendente de países como Estados Unidos ou Japão. A informação é de Andrew Reider e Fernando Fenolio, respectivamente CIO e economista-chefe da WHG (Wealth High Governance). Em evento online promovido pela empresa nesta quinta-feira, a dupla argumentou que, com o menor peso da nova economia, o país destoa da tendência de países desenvolvidos, em que áreas como inteligência artificial, softwares e Cloud impulsionam lucros e crescimento.

Na avaliação de Reider, o Brasil ainda tem foco na economia velha. “Na composição da bolsa são dominantes empresas estatais de commodities ou bancos”, afirma. E aponta o resultado: “O ROE brasileiro está caindo. Só nas commodities que melhorou. No rumo oposto, o retorno aos investidores dos EUA têm crescido, grande parte graças a empresas que apostam na inovação, sobretudo gigantes de tecnologia. Segundo o executivo, entre as companhias inovadoras da S&P 500. O ROE saltou de  24% para 51% de 2015 até 2024, puxado pelo desempenho das Sete Magníficas, especialmente aquelas com foco em inteligência artificial, e outras. 


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ROE, Por que o ROE brasileiro está na contramão de outros países, Capital Aberto

“A inteligência artificial pode chegar a adicionar US$ 13 trilhões no PIB global, o que significa um crescimento de 1,2% ao ano a mais”, afirma Fernando Fenolio, mencionando um dado da consultoria McKinsey. 

“Eu acho que é por isso que a bolsa brasileira está derrapando bastante, porque não tem fluxo mesmo para a compra”, acrescenta o CIO. A solução para isso, segundo o que foi apresentado na palestra, é esperar por um processo de desinflação internacional e corte de juros do Fed. O Brasil deve, acima de tudo, “torcer para uma inflação mais baixa no mundo”, na expectativa de se tornar ainda mais atrativo para investidores estrangeiros.


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