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Analistas apontam o fator positivo que pode ajudar na privatização da Sabesp
Arsesp aprovou reajuste tarifário da estatal de saneamento paulista em 6,44%. Novas tarifas passam a vigorar a partir de 10 de maio
Sabesp, Analistas apontam o fator positivo que pode ajudar na privatização da Sabesp, Capital Aberto

O reajuste tarifário de 6,44% nas tarifas da Sabesp é visto como positivo por analistas consultados pela Capital Aberto, uma vez que deve ajudar no processo de desestatização da concessionária, já que veio acima da inflação dos últimos 12 meses, que foi de 4,50%. As novas tarifas passam a vigorar a partir de 10 de maio.

Para o reajuste, a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) levou em consideração fatores como ganho de escala e expurgo de ajustes passados, normal para este tipo de regulação. Por outro lado, a agência reguladora deixou de fora um pleito da Sabesp, que pedia para incluir no reajuste o efeito dos descontos tarifários dados a grandes consumidores.

Em relatório publicado nesta terça-feira (09), o Bradesco BBI ressalta que o reajuste acima da inflação é positivo para uma empresa pública como a Sabesp, principalmente por estar em vias de desestatização, já que deve valorizar as ações.

O analista da Levante Investimentos, Flavio Conde, tem visão semelhante. “(Com esse reajuste) a privatização fica mais atraente, já que quem está avaliando a privatização imaginava um reajuste de 4%. Esse reajuste será colocado nos modelos de valuations, o que permitirá fazer um lance maior pela empresa.” Segundo ele, com esse reajuste a receita da Sabesp vai ser maior, assim como o fluxo de caixa. “Está tudo muito redondo, muito bem-feito. Eu estou muito animado (com a privatização)”.


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A ação ordinária da Sabesp encerrou o pregão em alta de 0,33%, a R$ 84,78. Mais cedo, quando o mercado ainda digeria o reajuste tarifário, os papéis chegaram a subir quase 1%.

Desestatização com poder de veto

O governo de São Paulo é o acionista majoritário da Sabesp, com 50,3% do controle da empresa. O restante está pulverizado no mercado. O projeto de desestatização prevê a venda da maior parte dessas ações, mas com o governo mantendo poder de veto.

Como a empresa é listada em Bolsa, o valor a ser embolsado pelo governo vai depender da cotação dos papéis na época do leilão. Na visão de Conde, o certame deve acontecer em junho. Com a desestatização, o governo estadual prevê investimentos de R$ 68 bilhões em saneamento, até 2029, e de R$ 260 bilhões, até 2060.


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