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Contrato de subscrição “stand by” oferece agilidade de captação aos emissores

, Contrato de subscrição “stand by” oferece agilidade de captação aos emissores, Capital AbertoCom uma forte presença no mercado de capitais norte-americano, onde administra recursos da ordem de US$ 800 milhões, a Cornell Capital Partners está prospectando oportunidades de investimento no mercado brasileiro. Constituída em 2001 por profissionais de mercado, a Cornell expandiu-se rapidamente e já está presente em outros paises. A Cornell utiliza um mecanismo de financiamento para investir em empresas de capital aberto com ações negociadas em bolsa de valores denominado Standby Equity Distribution Agreement (Seda) ou Contrato de Subscrição de Ações.

O Seda é um instrumento em que a Cornell assume o compromisso de subscrever ações da companhia emissora mensalmente, por um período de 24 meses, observado um valor máximo total. No mercado norte-americano, em que o Seda é utilizado, as companhias podem emitir ações e fazer sua posterior precificação. Conforme a legislação societária brasileira, as ações devem ser precificadas no momento de sua emissão. Esse é um dos fatores que exigiram a adaptação do Seda às regras do mercado brasileiro, realizada pela equipe de mercado de capitais do Felsberg e Associados. A emissão de ações pode ser pública, através de um programa de oferta previsto na Instrução 400 da CVM ou privado. O principal diferencial deste veículo é seu caráter “standby”. A companhia emissora tem o direito, mas não a obrigação, de emitir e vender mensalmente suas acões para a Cornell. Assim, o Seda permite à companhia uma administração maleável de seu fluxo de caixa e agilidade na mobilização de recursos.

O Seda oferece outras vantagens para a companhia receptora do investimento, entre elas: 1 – total controle do valor e do momento de cada operação de aumento de capital; 2 – oportunidade de vender ações em qualquer situação de mercado; 3 – administrar sem a preocupação com a captação de recursos; 4 – valorização das ações durante o programa do Seda; 5 – controle do número de novas ações em mãos de terceiros.

As companhias que utilizam o Seda são aquelas que desejam, por exemplo, obter contratos nos quais precisam demonstrar sua fonte de financiamento, cumprir um programa de aquisição de empresas, financiar o lançamento de novos produtos, melhorar o seu balanço patrimonial, realizar investimentos em pesquisa e desenvolvimento ou financiar iniciativas publicitárias ou de marketing promocional. O Seda possibilita ainda ampliar a liquidez das ações em mercado e viabilizar um project finance, além de promover o aumento da participação dos acionistas, equilibrando endividamento e capital de forma a não prejudicar a capacidade de crédito das empresas.


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